Mostra O LIXO

CIRCUS - Circuito de Interação de Redes Sociais

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      • Gordon Matta-Clark e sua Parede de Lixo
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    • Cinema
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      • Ilha das Flores – Jorge Furtado
      • Je t’aime moi non plus
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      • Os catadores e eu – Agnès Varda
      • Estamira – Marcos Prado
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      • “AZIZA MUNNIZZA” – Matilde Incorpora
      • “SOBRAS” – Geraldo de Barros
    • Literatura
      • O Destino – Hideraldo Montenegro
      • O vinho dos trapeiros – Charles Baudelaire
      • O Lixo – Luis Fernando Veríssimo
      • LIXO, LIXADO – Mia Couto
    • Música
      • Jashgawronsky Brothers (Armênia-Itália)
      • PATUBATÊ – PERCUSSÃO E SUCATA
  • CIRCUS

Oficina: Stencil arte – Thais Gil

Posted by Blanca on 25 de maio de 2012
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A oficina consiste em criar desenhos e formas em papel, recortá-las criando o elemento vazado, transferindo posteriormente para acetato, no intuito de formar “máscaras” que fixadas ao papel e entintadas, formarão áreas cobertas e áreas expostas à tinta, criando composições inusitadas ou, se bem encaixadas, formas gráficas bem definidas.

As composições permitem ser abstratas e figurativas, no intuito de propiciar a livre combinação, criando composições pela criatividade.

Thaís Gil Bacharel em Belas Artes pela Universidade Estadual de Santa Catarina (2008) mostra especial interesse pela figura humana, componente central de grande parte de sua obra. Preocupa-a profundamente a anatomia, da qual ela é uma grande estudiosa, o movimento do corpo e sua forma de expressar-se.
Parte de uma base científica do desenho do corpo. Em função do que quer transmitir em cada obra, ou da composição, vai reduzindo os elementos a suas linhas mais básicas sem perder seu realismo. Igualmente aplica esta forma de trabalhar nas arquiteturas, paisagens e objetos que representa.

O resultado são obras nas quais se combina preciosismo de detalhes com esquematização e estilização. As composições se sustentam em poucos elementos e, muitas vezes, simplesmente estão articuladas pela cor e as diferentes texturas.

Dia: 02/06 – Sábado

Local: Memorial Rezende Barbosa

Horário: 14h

Inscrições: 18 3421-7033

Público: Adulto

Todas as atividade da Mostra são gratuitas.

Em co-realização com CIRCUS, FEMA trará para Assis o cineasta Carlos Reichenbach

Posted by Blanca on 22 de maio de 2012
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A Fundação Educacional do Município de Assis, FEMA é uma das co-realizadoras da Mostra o Lixo, promovida pela CIRCUS (Circuito de Interação de Redes Sociais), e trará para Assis o premiado cineasta Carlos Reichembach para ministrar oficina e exibição do filme “Dois Córregos” seguida de uma palestra e debate aberto ao público.

A Mostra O LIXO é uma realização da CIRCUS (Circuito de Interação de Redes Sociais) e acontecerá no na cidade de Assis durante todo o mês de junho: um evento artístico que toma o lixo como ponto de intersecção entre diferentes seguimentos culturais. Em tempos em que as questões sócio-ambientais adquirem grande visibilidade no Brasil e no mundo, artistas re-inventam estas questões em suas obras de modo a expressar o contemporâneo em outras perspectivas. A proposta é de repensar a relação com o espaço urbano e seus dejetos, por meio das experiências sensoriais que a arte pode proporcionar. E ainda, com isto, trazer para o interior do Estado de São Paulo o acesso e difusão cultural de produções pertencentes a diferentes seguimentos artísticos.

Acontece, no dia 22 do mês de junho, na FEMA, oficina e palestra com apresentação do filme “Dois Córregos – Verdades Submersas” de Carlos Reichenbach. Carlão, como é conhecido no meio cinematográfico, foi um dos diretores mais expressivos do Cinema Marginal paulista em meados da década de 60, movimento também conhecido como Boca do Lixo, termo cunhado por Gláuber Rocha.

Espécie de dissidência do politizado Cinema Novo, o “Cinema da Boca” sonhava com espaço para experimentação em produções de baixo custo que tivessem apelo popular e espelhassem a realidade do País, refutando as regras de produção e distribuição nos circuitos comerciais.

Carlão foi aluno de Paulo Emílio Salles Gomes, Anatol Rosenfeld, Mário Chamie, Décio Pignatari, Roberto Santos e, sobretudo, de Luís Sérgio Person, que viria a produzir seu primeiro curta metragem. “Esta Rua Tão Augusta”. Aos 23 anos, fundou a Xanadú Produções Cinematográficas, com João Callegaro e o crítico mineiro Antônio Lima. Para concluir os filme, aproximou-se da Boca do Lixo, território cinematográfico onde conviviam realizadores de filmes comerciais de baixíssimo custo como Rogério Sganzerla e José Mojica Marins.

Com poucos recursos e muitas ideias, nasceram dessa fase criativa e transgressora de Reichenbach, filmes como: Corrida em Busca do Amor (1971), Lilian M, Relatório Confidencial, Sede de Amar (1977) e A Ilha dos Prazeres Proibidos. Ele fotografaria, entre outros, Excitação, Mulher, Mulher e A Força dos Sentidos (todos de Jean Garret). Em 78, dirigiu O Império do Desejo, filme de alto teor anárquico e pessoal, mas que dialogava com o público da comédia erótica. No ano seguinte, fez Amor, Palavra Prostituta e enfrentou o seu pior embate com a censura brasileira (o filme seria premiado pela Cinemateca de Bruxelas seis anos depois). Iniciou os anos de 80 com o existencialista O Paraíso Proibido e o episódio A Rainha do Fliperama.

Em meados da década de 80, Reichenbach começou a realizar filmes cada vez mais radicais em termos autorais e sua obra rompe o circuito Boca do Lixo com Extremos do Prazer (de 1983), selecionado para a mostra competitiva do Festival de Gramado, no qual ganhou o Prêmio Especial do Júri. Em 1984, foi (ao lado de Jonathan Demme) a sensação do Festival de Roterdã, na Holanda, com os filmes Lilian M, Amor, Palavra Prostituta e Império do Desejo, e recebeu, da crítica europeia, o epíteto de “Fassbinder tropical” (com o qual não concordava).

O divisor de águas na carreira do cineasta foi Filme Demência (1985), ainda hoje seu filme mais radical que ganhou em Gramado quatro Kikitos. Mas o festival gaúcho se renderia, em definitivo, ao realizador, em 1987, quando Anjos do Arrabalde ganhou o Kikito de melhor filme.

Nos anos 90, com o desmonte cinematográfico empreendido pelo Governo Collor, Reichenbach voltou a estudar música, foi dar aula de cinema na ECA-USP e fundou, com Sara Silveira, a Dezenove Som e Imagem. Realizou mais dois longas: Alma Corsária, Brasília/93, e Dois Córregos – Verdades Submersas, representante oficial do Brasil na competição do Festival de Locarno (Suíça).  

O novo milênio passou um susto no cineasta. Dois enfartes – em seguida – o levaram ao hospital para longa convalescença. Saiu de lá com três pontes de safena e uma mamária. Ânimo e alegria de viver recobrados e ele abraçou dois grandes projetos: Garotas do ABC, o primeiro episódio do hexaédrico projeto ABC – Clube Democrático, e o melodrama político, Bens Confiscados, projeto produzido em parceria com sua amiga e atriz, Betty Faria (de Anjos do Arrabalde). Em 2008, concluiu o longa metragem Falsa Loura e lançou o livro ABC – CLUBE DEMOCRÁTICO, com os quatro roteiros contemplados com a Bolsa Vitae de Artes.

Divide a atividade cinematográfica com as funções de crítico e ensaísta em diversas publicações, além de participar de cursos e palestras sobre o filme brasileiro no Brasil e exterior. Durante quatro anos, também lecionou como titular da cadeira de direção cinematográfica do curso de cinema e vídeo da Escola de Comunicações e Artes (ECA), da Universidade de São Paulo. Reichenbach também tem ministrado inúmeros cursos de roteiro e criação cinematográfica.

Filme: Dois Córregos – Verdades Submersas

Dois Córregos é um drama intimista que narra o “rito de passagem” de duas adolescentes em 1969. Foi inspirado em fatos acontecidos com o diretor quando adolescente e na convivência com seu padrinho de batismo, durante o período em que ele ficou clandestino numa casa à beira da represa Billings da minha família. Mas é também é um filme político, já que seu eixo central é a história de um processo de desalienação e de recuperação de identidade. Apesar do tema político entrar “pela porta dos fundos”, a inspiração deste projeto foi essencialmente poética. São as relações humanas que interessam ao diretor.

Oitenta e cinco por cento do filme se passa na cidade de Dois Córregos, em dois tempos diferentes: a época do lançamento do filme e 1969. Com algumas cenas filmadas em Super 8 e em branco e preto, posteriormente ampliadas para 35 mm nos Estados Unidos.

  Trata-se de um filme que tem uma relação especial com a música. Isso não acontece por acaso, afinal o diretor estudou música. A trilha do Ivan Lins e os arranjos do maestro Nélson Aires agem como um personagem do filme.

Sinopse

Em meio à repressão imposta pela ditadura militar vivem Ana Paula (Vanessa Goulart) e Lydia (Luciana Brasil), duas adolescentes burguesas e inexperientes que passam uma temporada em uma fazenda. Lá elas conhecem Tereza (Ingra Liberato) e convivem por um fim de semana prolongado com o tio de uma delas, Hermes (Carlos Alberto Riccelli), um homem misterioso que está clandestino no país.

Premiações:

*52o Festival Internazionale del Film Locarno – Representante Oficial do Brasil na Mostra Competitiva

* III Festival Luso Brasileiro Santa Maria da Feira – Prêmio de Melhor Atriz para Ingra Liberato

* Festival de Natal 1999 – Melhor Filme (Júri Oficial); Melhor Atriz Coadjuvante (Luciana Brasil); Melhor Trilha Sonora (Ivan Lins); Melhor Fotografia (Melhor Fotografia)

* 7o Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá – Prêmio de Melhor Filme (Júri Popular); Melhor Diretor (Carlos Reichenbach); Melhor Atriz (Ingra Liberato)

* Prêmio SESC “Os Melhores Do Ano” – Melhor Filme (Júri Popular); Melhor Diretor (Prêmio dos Críticos)

* Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) – Melhor Diretor (Carlos Reichenbach)

* Grande Prêmio Cinema Brasil – Melhor Roteiro (Carlos Reichenbach)

* Latin Grammy Nomination – Ivan Lins has been nominated for Best Pop Instrumental Performance for Dois Corregos – a track from Dois Corregos: Trilha Sonora do filme de Carlos Reichenbach.

Programação:

Oficina: Café com o Diretor Carlos Reichembach

Local: FEMA

Horário: 16h-19h

Inscrições: circus@circus.org.br

Público: Adulto

Cinema: Dois Córregos – Verdades Submersas, com o diretor Carlos Reichembach

Local: FEMA

Horário: 20h

MOSTRA O LIXO traz com exclusividade José Mojica Marins, o ZÉ DO CAIXÃO

Posted by Blanca on 18 de maio de 2012
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A CIRCUS promoverá uma noite de cultura e espanto na cidade de Assis, trazendo um dos grandes cineastas brasileiros, José Mojica Marins, criador do personagem de terror conhecido como Zé do Caixão. Zé do Caixão estará pessoalmente no Galpão Cultural para apresentar um de seus mais premiados longa-metragens: “A Meia Noite Levarei Sua Alma”. E depois fará um bate-papo com o público par contar um pouco de suas experiências como produtor,diretor e ator do cinema brasileiro desde os tempos do movimento cinematográfico paulistano que ficou conhecido na década de 1960 e 1970 como Boca do Lixo. A atração é mais um espetáculo integrante da programação da Mostra o Lixo que acontecerá entre os dias 1º e 30 de junho.

Biografia

José Mojica Marins nasceu numa chácara na Vila Mariana, em 13 de março de 1936. Com apenas 12 anos de idade, ganha uma câmera de 8mm que, em colaboração de seu amigo João Andrusiak, montou uma série de filmagens amadoras com a temática do terror. De lá para cá, dirigiu mais de 40 longas-metragens, atuando muitas vezes em seus próprios filmes, recebendo prêmios nacionais e internacionais por sua inventividade e criatividade.

José Mojica Marins criou um personagem de terror popular inédito no mundo todo: o “Zé do Caixão“. Zé do Caixão, criado em 11 de outubro de 1963, nasce após Mojica ser atormentado por um pesadelo no qual um vulto o arrastava até seu próprio túmulo. Segundo o diretor José Mojica Marins, o nome Zé do Caixão veio de uma lenda de um ser que viveu há milhões de anos na Terra que se transformou em luz e depois de anos esta luz voltou a terra, sob a forma do terrível Zé do Caixão. A primeira aparição do personagem foi no filme “À Meia-Noite Levarei Sua Alma” (1963), filme que será exibido e discutido pelo diretor.

À Meia-Noite Levarei sua Alma

O cruel e sádico coveiro Zé do Caixão – temido e odiado pelos moradores de uma cidadezinha do interior do Brasil – é obcecado em gerar o filho perfeito, que possa dar-lhe a continuidade de seu sangue. Sua esposa não pode engravidar e ele acredita que a namorada de seu amigo seja a mulher ideal que procura. Após ser violentada por Zé, a moça jura cometer suicídio para retornar dos mortos e levar a alma daquele que a desgraçou. Filme Produzido em 1963-1964. Lançado em 9 de novembro de 1964 (São Paulo/ SP). Preto e Branco. 81min.

CINEMA DA BOCA DO LIXO

A Boca do Lixo é um local de encontro no centro da capital de São Paulo, caracterizada por ser pólo da indústria cinematográfica nas década de 1920 e década de 1930 devido o fato de empresas como a Paramount, a Fox e a Metro se instalarem por lá. Décadas mais tarde, transformou-se em reduto do cinema: distribuidoras, fábricas de equipamentos especializados, serviços de manutenção técnica e empresas do ramo cinematográfico. Era cena comum ver homens pilotando carroças carregadas de latas de filmes pelas vias públicas. Alguns consideram a Boca do Lixo como sendo o fim da famosa rua Augusta, na região do “centro velho” da capital paulista.

José Mojica Marins, um dos mais criativos cineastas brasileiros desta época, injustiçado, cuja história se confunde com o de seu personagem que criou. Afinal, mesmo quem acha que não conhece José Mojica Marins, certamente já ouviu falar em Zé do Caixão.

Criador e criatura marcaram a história do cinema brasileiro e viveram tempos polêmicos: Mojica e seu cinema já foram apontados por parte da crítica como cine-trash, enfrentaram a perseguição da censura e conquistaram a posição atual de filmes-cults.

Embora seja conhecido como precursor do cinema de horror no Brasil, com filmes consagrados como “À Meia-Noite Levarei Sua Alma”, “Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver”, “O Estranho Mundo de Zé do Caixão” e “O Despertar da Besta”, Mojica também ousou trabalhar sob outros gêneros cinematográficos, como melodrama, faroeste e pornochanchada.

Mostra o Lixo

A Mostra O LIXO é um evento artístico que irá reunir diferentes áreas artísticas que tenham em comum o lixo como inspiração e/ou matéria de criação. A proposta é de trazer para a população de Assis outras sensações e expressões sobre a convivência com nossos dejetos, que não somente o velho hábito de “jogar o lixo no lixo”. Durante o mês de junho, estarão reunidos espetáculos e exposições em artes plásticas, fotografia, teatro, circo, cinema e música para nos apresentar algumas possibilidades artísticas nesta intersecção entre arte e lixo. A MOSTRA O LIXO acontecerá entre os dias 1º e 30 de junho de 2012.

Para maiores informações, acesse: http://mostraolixo.wordpress.com/

Programação

Local de Exibição: Galpão Cultural [*];

Endereço: Rua Dr. Teixeira de Camargo, 205 – Vila Operária.

Data: 09 de junho de 2012;

Horário: 20h;

Público: Adulto

Debatedor: o diretor José Mojica Marins, e seu personagem macabro Zé do Caixão.


[*] Local sujeito à alterações.

Produzida pela CIRCUS, Mostra o Lixo trará espetáculo de Dança

Posted by Blanca on 16 de maio de 2012
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VIRA LATA DO LIXO é um espetáculo de Dança Contemporânea e de Danças Aéreas (mescla de dança contemporânea com aéreos circenses), que aborda o tema do lixo, seja sob um debate social e/ou ambiental, de uma forma leve e poética.

A personagem principal deste espetáculo é uma moradora de rua, revelando seu trajeto que vai da margem à transcendência de sua condição social e psíquica, possibilitando ao espectador um reconhecimento de sua própria expressão humana, através da referida personagem.

A proposta coreográfica do espetáculo VIRA LATA DO LIXO traz uma problemática da sociedade contemporânea, na qual todos estamos inseridos: a falta de compreensão e de atitude concreta no que se refere aos impactos das escolhas feitas – sejam sociais e/ou ambientais, que caminham para uma autodestruição. A coreografia revela também a transformação e transcendência desta realidade num vôo de leveza e poesia feita pela personagem – a moradora de rua que vive e sobrevive do lixo e no lixo.

O espetáculo aborda também a questão ambiental da reciclagem e toda possibilidade de transformação do lixo, através da ação e da relação cada vez mais criativa e lúdica deste personagem com sua forma de sobrevivência – o lixo, chegando a transformações sublimes, em objetos/obras artísticas. Seu corpo e sua voz ganharão vida e a trajetória desta personagem neste espetáculo é uma crescente revelação de seus desejos mais íntimos e do reconhecimento de si mesma, a cada retorno à cena. Ela transita da margem social à evidência, através de sua ascensão em seu vôo na imaginação, literalmente – com a técnica de dança aérea – tomados de si mesma, em seus momentos de magia transcendente. A personagem mostra o desenvolvimento de todas as suas particularidades como ser humano único e livre, realizando toda a sua capacidade do belo e sublime.

Crítica dos profissionais da 1ª Plataforma de Dança de São Paulo:

¨Campinas parece ser um dos centros da dança paulista, pela qualidade dos trabalhos que geralmente vem de lá e VIRA LATA DO LIXO é um de seus melhores…Ló Guimarães criou um espetáculo de pura poesia e rara beleza. Uma espécie de ¨Dodeskaden¨(Akira Kurosawa) chapliniano. E se é difícil imaginar essa combinação, essa é a exata medida da criatividade dessa peça solo.¨ Ícaro C. Martins – Diretor, roteirista e presidente da APACI (Associação Paulista de Cineastas)

¨O Acerto do tom se revela desde a primeira cena… Foi uma bela finalização para um evento.¨ Célia Gouveia (Dança)

Mostra o Lixo

A Mostra O LIXO é um evento artístico que irá reunir diferentes áreas artísticas que tenham em comum o lixo como inspiração e/ou matéria de criação. A proposta é de trazer para a população de Assis outras sensações e expressões sobre a convivência com nossos dejetos, que não somente o velho hábito de “jogar o lixo no lixo”. Durante o mês de junho, estarão reunidos espetáculos e exposições em artes plásticas, fotografia, teatro, circo, cinema e música para nos apresentar algumas possibilidades artísticas nesta intersecção entre arte e lixo. A MOSTRA O LIXO acontecerá entre os dias 1º e 30 de junho de 2012.

Circo, teatro e música no mesmo espetáculo: CIRCUS e Secretaria Municipal de Educação/Prefeitura Municipal trazem o espetáculo OVO durante a Mostra o Lixo

Posted by Blanca on 13 de maio de 2012
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A CIRCUS, em co-realização com a Secretaria Municipal de Educação/Prefeitura Municipal, trará  para Assis durante a Mostra o Lixo o espetáculo Ovo do grupo  de Circo Teatro Udi Grudi.

Ovo é um DELIRIUM IN DETRITUS.

Três homens vivem rodeados de lixo. São homens urubus, seres-barata. Eles não têm nada por isso inventam tudo. Eles criam seu mundo lúdico do lixo. Fazem de detritos sua casa, suas roupas, amigos e amantes. Fazem até um cachorro de velhas garrafas e quando ficam com bastante fome, ele vira um cachorro-quente.

Nas mais inimagináveis transformações eles fazem sons, notas e música que parecem emergir do lixo. Eles tocam latas enferrujadas, arames esticados afinados, garrafas de plástico soam como sinos tibetanos e eles cantam pra criar a sonosfera incomum deste ambiente antipoético. Sua pobreza material é sua riqueza criativa.

Ovo é a mais nova criação do Circo Teatro Udigrudi. É dirigido por Leo Sykes e apresentado pelos palhaços/músicos Luciano Porto, Marcelo Beré e Márcio Vieira.
Ovo é a continuação da linha de pesquisa iniciada em 1998; a linguagem cômica grotesca, o trabalho dos excêntricos –musicais e o desenvolvimento de uma dramaturgia que surge do material criado em processo e não de uma estória pré-determinada.

Reciclagem é central na peça, sob todos os aspectos. As cenas envolvem reciclagem e os figurinos, cenários e instrumentos são feitos de lixo. A tarefa de transformar materiais não-convencionais em instrumentos musicais é parte do trabalho que o pesquisador, inventor e fabricante Márcio Vieira vem desenvolvendo há 25 anos.

O estilo deste espetáculo, assim como d’O Cano, é universal, baseado em imagens, música, sensações e no palhaço. Porém, enquanto O Cano é um espetáculo para crianças que os adultos gostam, Ovo é para adultos mas as crianças também vão gostar.

O Circo Teatro Udi Grudi de Brasília foi fundado em 1982. É um dos mais antigos grupos de “Novo Circo” do Brasil. Nos primeiros anos, desenvolveu um processo quase autodidata de iniciação em algumas técnicas circenses. Numa segunda fase esse processo foi estendido ao trabalho de pesquisa sobre o circo tradicional, mais particularmente do palhaço (clown). A experiência com o circo tradicional se aprofundou quando o grupo adquiriu uma lona, e com ela percorreu o DF e o interior de Goiás. Esta pesquisa resultou na montagem de diversos espetáculos, sempre premiados pela crítica e prestigiados pelo público.

O grupo já participou de inúmeros festivais internacionais de teatro, circo e música em nove países na Ásia, Europa e América do Sul, e em quase todos estados brasileiros.

Em parceria com o Memorial Rezende Barbosa, CIRCUS abre espaço para o trabalho de video-arte, na MOSTRA O LIXO, que será realizada no mês de Junho em Assis

Posted by Blanca on 10 de maio de 2012
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Através de vídeos experimentais, Roberta Stubs, artista e pesquisadora em psicologia, desenvolve o projeto de intervenção e experimentação L.I.X.O in-process. Com base nas propostas da estética relacional, a artista explora, tensiona e inventa o cotidiano por seus desvios, ruídos, e insterstícios sociais. Para a Mostra o Lixo a artista trará uma série de vídeos que integrarão as exposições de artes plásticas alocadas na casa de exposições do Memorial Rezende Barbosa.

Segundo Stubs, “(…) L.I.X.O in-process é um projeto que usa o lixo como uma metáfora quanto a banalização dos vínculos que estabelecemos no e com o mundo, remetendo tanto às sobras de uma sociedade saturada de objetos, quanto à sutilezas expressivas marginalizadas pela pressa e esquecimento. Como o lixo é produzido pelo humano e está em todos os lugares, nos remete ao cuidado-descuido com o que é nosso; responsabilidade-irresponsabilidade com o que produzimos, consumimos e descartamos”.

O termo in-process, por sua vez, refere-se à processualidade da organicidade de nossas relações com o mundo, aos valores e modos de vida profundamente arraigados em nossos hábitos e comportamentos. Através de vídeos e fotos, o L.I.X.O in-process coloca em processamento o que há de mais comum e presente em nosso dia a dia, colocando em questão e provocando a re-significação de nossas relações diárias com o cotidiano.

Para maiores informações, acesse: www.lixoinprocess.blogspot.com

Vídeo-arte

É uma forma de expressão artística, na qual o vídeo é o elemento principal. Supõe uma nova linguagem, uma nova inter-relação entre imagem e espectador, em que a primeira sai da tela para interagir com o resto do meio, integrando as imagens junto aos demais elementos que a formam. Surgiu na década de sessenta, como meio artístico, num contexto no qual os artistas procuravam uma arte contrária à comercial. Entre seus princípios está a crítica à televisão, a qual representa, em certo modo, a cultura atual. Durante os anos oitenta, as imagens utilizadas por esta arte procuram provocar na audiência estados anímicos e evocar sensações. Na atualidade, os avanços da tecnologia, permitem ampliar o leque de suas possibilidades criativas.

Mostra o Lixo

A Mostra O LIXO é um evento artístico que irá reunir diferentes áreas artísticas que tenham em comum o lixo como inspiração e/ou matéria de criação. A proposta é de trazer para a população de Assis outras sensações e expressões sobre a convivência com nossos dejetos, que não somente o velho hábito de “jogar o lixo no lixo”. Durante o mês de junho, estarão reunidos espetáculos e exposições em artes plásticas, fotografia, teatro, circo, cinema e música para nos apresentar algumas possibilidades artísticas nesta intersecção entre arte e lixo. A MOSTRA O LIXO acontecerá entre os dias 1º e 30 de junho de 2012.

Chamamento para Voluntários

Posted by Blanca on 6 de maio de 2012
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Estão abertas inscrições para interessados (maiores de 18 anos) em trabalhar como Voluntário na Mostra O Lixo.

Função: Assistente de Produção
Carga horária: 10 horas/semanais
Período de trabalho: 28/05 a 30/06 de 2012

Atividades:

- procedimentos para recepção dos espetáculos e exposições;

- montagem das alocações;

- monitoria em oficinas artísticas;

- divulgação;

Seleção:

1ª fase: Análise da carta de interesse e do currículo
2ª fase: Entrevista com integrantes da Equipe da Circus

Os voluntários receberão Certificado de Comprovação e Diária de Alimentação. As diárias de alimentação serão pagas nos dias que ultrapassar 6 horas de trabalho.

Os interessados devem enviar carta de interesse e breve currículo até 25 de Maio de 2012 para circus@circus.org.br.

Sinopse:

A Mostra O LIXO é um evento artístico que irá reunir diferentes áreas artísticas que tenham em comum o lixo como inspiração e/ou matéria de criação. A proposta é de trazer para a população de Assis outras sensações e expressões sobre a convivência com nossos dejetos, que não somente o velho hábito de “jogar o lixo no lixo”. Durante o mês de junho, estarão reunidos espetáculos e exposições em artes plásticas, fotografia, teatro, circo, cinema e música para nos apresentar algumas possibilidades artísticas nesta intersecção entre arte e lixo. A MOSTRA O LIXO acontecerá entre os dias 1º e 30 de junho de 2012.

Para mais informações sobre o evento acessem o blog: mostraolixo.wordpress.com.

Equipe de Produção CIRCUS.

Em parceria com CIRCUS, UNESP trará peça de teatro para a Mostra o Lixo: “Homens de Papel”

Posted by Blanca on 16 de abril de 2012
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A Faculdade de Ciências e letras, UNESP – Assis é uma das co-realizadoras da Mostra o Lixo, promovida pela CIRCUS (Circuito de Interação de Redes Sociais), e trará para Assis a Montagem vencedora do Festival de Teatro da Cidade de São Paulo.

Acontece no mês de junho, em duas apresentações, o espetáculo “Homens de Papel”, de Plínio Marcos. A peça, escrita em 1969, é a metáfora da conduta do ser humano na sociedade. Onde está a verdadeira pobreza? Nos catadores de papel marginalizados pelos cantos da cidade ou está ao nosso lado, em nosso trabalho, em nossa casa, na pobreza de nossas ações?

Na década de 1960, quando Plínio Marcos soltou nos palcos a sua linguagem forte e transgressora, o público assistiu o nascimento de um dramaturgo único, que enredava temas universais e atemporais sem medo de críticas ou da censura. Foi inspirada nessa força que a Cia. Amante de Teatro escolheu a obra “Homens de Papel”, do autor, pois aborda um tema ainda vivo na sociedade contemporânea. A montagem traz uma visão das dificuldades e atrocidades da sobrevivência humana.

A fim de criar uma experiência sensorial, o espetáculo foi concebido com a proposta de trazer os espectadores para dentro do clima da peça, onde passam de certa forma a sentir-se parte do contexto. Baseado num forte trabalho corporal e em improvisações, o jogo da arte se revelou multifacetado, abrindo espaço para utilização de vídeos do próprio processo criativo, projeção de imagens e execução de sonoridades ao vivo. Para reforçar uma ambientação contextual, no começo do espetáculo é projetado o filme ”Ilha das Flores”, premiado curta-metragem brasileiro escrito e dirigido pelo cineasta Jorge Furtado em 1989. O documentário mostra de forma ácida e com uma linguagem quase científica, a economia que gera relações desiguais entre os seres humanos.

O grupo que compõe o elenco é composto por atores formados no Teatro Escola Macunaíma (São Paulo).

A Mostra o Lixo é um evento que faz grande relação com a peça Homens de Papel, que fala da vida de catadores de papel, seus problemas, dificuldades e descriminações. O enriquecimento cultural promovido por eventos desde tipo é de extrema importância para a cidade, que oferece variadas formas de arte para desenvolvimento de um senso crítico da sociedade.

A montagem foi vencedora do prêmio de Melhor Espetáculo Adulto na 2ª. Edição do Festival de Teatro Cidade de São Paulo, depois de concorrer entre outras 15 peças selecionadas pela comissão organizadora do festival e mais 400 inscritas. Recebeu também os prêmios de melhor produção, melhor ator coadjuvante (Aislan Merice), melhor atriz (Karen Francis) e melhor diretor (Eduardo de Paula), além de indicações para as categorias: melhor iluminação (Caio Coppoli), melhor cenário (Cia Amante de Teatro) e melhor atriz coadjuvante (Márcia Diniz). Ficou em cartaz no Teatro Bibi Ferreira, na mostra profissional do Teatro Escolha Macunaíma (4 temporadas), apresentando-se também no 53º Festival Santista de Teatro.

Após as apresentações, os atores abrirão uma roda de conversas para comentar sobre as pesquisas, estudos de campo, vivências e temporadas anteriores.

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Serviço: ESPETÁCULO TEATRAL
“HOMENS DE PAPEL”,
de Plínio Marcos

Prêmio de melhor espetáculo adulto na segunda edição do Festival de Teatro Cidade de São Paulo agora em Assis na Mostra o Lixo

Direção Coletiva

Com a Cia Amante de Teatro: Aislan Merice, Anderson Xavier, Alexandre Oliveira, Caio Coppoli, Danielle Bambace, Evandro Baradel, Gaby Vieira, Karen Francis, Lígia Barros, Márcia Diniz, Marcus Taretto e Peterson Cupolillo.

Entrada gratuita

Recomendável para maiores de 14 anos

http://www.youtube.com/watch?v=ROxFa_QUJ_w

Em parceria com CIRCUS, Memorial Rezende Barbosa trará exposição de artes plásticas para a Mostra o Lixo

Posted by Blanca on 7 de abril de 2012
Publicado em: Artes Plásticas. Deixe um comentário

Coleção de Colchões - Thaís Gil

O Memorial Rezende Barbosa é um dos co-realizadores da Mostra o Lixo, promovida pela CIRCUS (Circuito de Interação de Redes Sociais), e trará para Assis uma exposição de artes plásticas que está sendo concebida especialmente pela artista Thaís Gil (São Paulo).

Thaís Gil Bacharel em Belas Artes pela Universidade Estadual de Santa Catarina (2008) mostra especial interesse pela figura humana, componente central de grande parte de sua obra. Preocupa-a profundamente a anatomia, da qual ela é uma grande estudiosa, o movimento do corpo e sua forma de expressar-se.
Parte de uma base científica do desenho do corpo. Em função do que quer transmitir em cada obra, ou da composição, vai reduzindo os elementos a suas linhas mais básicas sem perder seu realismo. Igualmente aplica esta forma de trabalhar nas arquiteturas, paisagens e objetos que representa.
O resultado são obras nas quais se combina preciosismo de detalhes com esquematização e estilização. As composições se sustentam em poucos elementos e, muitas vezes, simplesmente estão articuladas pela cor e as diferentes texturas.
Tecnicamente a base de seu trabalho é o desenho, que funciona autonomamente ou combinado com diferentes técnicas. Pintura, colagem ou, o que chegou a caracterizar parte de sua carreira, o trabalho com materiais têxteis são ferramentas que têm servido também para explorar o âmbito da moda e o design.
Em seus trabalhos pessoais a temática aborda principalmente a condição humana. Sobre um cenário despropositado, suas histórias nos falam dos sentimentos humanos mais básicos. Mesmo compondo figuras animais ou botânicas, existe um exercício de “humanização” pela forma, pela representação do olhar e concepção da imagem. Em uma de suas coleções Thaís Gil recolhe colchões abandonados nas ruas e intervém sobre eles retratando personagens consideradas como “lixo social” em nossa sociedade – moradores de rua, mendigos, prostitutas (foto), etc… O cheiro de mofo, urina e outros odores pútridos resultado do abandono das inutilidades da rua são preservados fazendo com que o espectador experiencie não apenas sensações visuais, como também o odor que emana de sua arte.
Sua destreza formal e técnica, sua estética pessoal atrativa, de conteúdo e expressividade substanciam seu trabalho. Isto gera produções únicas, que podem destacar-se sobre os mais variados meios e suportes, desde trabalhos publicitários a contextos de maior profundidade e riqueza de significado poético.

Proposta de exposição de Pintura/Instalação.
Esta proposta de trabalho vem fazer parte da Mostra o Lixo…
Usando lençóis em estampas variadas, a proposta consiste em usar estas peças já em uso e/ou desgastar propositalmente suas cores em determinados pontos. A pintura intervém por toda a superfície.

Sobre esse material figuram corpos nus abraçados a produtos industrializados. Ou em posição de prece. Também poderiam ser figuras humanas em posição de reverência.
Estas estampas, por serem padrões pode sutilmente aludir à repetição de formas de pensamento, hábitos, padrões de conduta, paradigmas que estamos trazendo à tona quando o assunto é produzir e encaminhar nossos resíduos sólidos sempre da mesma forma, ou consumir de forma padronizada, conduzindo artificialmente nossas ações. Daí um paralelo na sutil alusão que é feita com as padronagens (repetição de formas impressas no tecido).
Os corpos abraçados às embalagens, na verdade, não mostram o produto em si, mas  entoa uma forte diferença no tratamento da pintura entre um e outro. O contraste da pele com o material industrializado, em tratamento e cor na pintura, também é uma forma intencional de aludir-se a diferentes ciclos de existência. As figuras humanas agarradas aos objetos também fazem menção a questões em torno da impermanência da vida, e do sentimento de fetiche, presente no exercício de posse sobre artigos.
Ainda, transmite pela própria natureza e estado do material, uma sensação de fragilidade.
“O suporte das pinturas em questão me remete ao sono enquanto estado de letargia, de inércia, também à fragilidade humana e faz a contraposição do orgânico/industrial” – reflete a artista plástica. Ela conta ainda que, as imagens pintadas sobre os lençóis serão de pessoas nuas, não ambientadas, mas tendo em comum o fato de que todas elas carregam algum invólucro no corpo, e seguram embalagens sugerindo gestos de proteção ou adoração pelas embalagens. Tais figuras humanas estarão em escala real nos lençóis, que estão por sua vez dispostos verticalmente, presos entre si pelas extremidades superiores fechando um círculo aberto por fendas nas laterais dos lençóis. As extremidades superiores por sua vez devem estar presas a um fio ligado ao teto, de modo a formar uma fileira pelas laterais da sala ou um círculo fechado, flutuando no espaço por fios de nylon.

Arte em seus lençóis
Para a produção de sua exposição,  Thais Gil está fazendo uma campanha de arrecadação de doações de lençóis usados pelo facebook, que estejam em bom estado e estampados de preferência. Não há necessidade que sejam conjuntos, nem de determinado tamanho ou podem até estar meio puídos… “será mais interessante até” – afirma. Se for por São Paulo a própria Thaís Gil poderá buscar. Em Assis, o contato para entrega pode ser feito com Ricardo Abussafy e em Florianópolis com Gabriella Pieroni . Será um projeto de instalação/pintura para a MOSTRA O LIXO e terá sua exposição no Memorial Rezende Barbosa, a ser realizado em Assis -SP durante os dias 1º e 30 de junho.

Aguardamos a colaboração de todos e agradecemos!!!

Acompanhem as novidades em nosso blog: http://mostraolixo.wordpress.com/

Mostra o Lixo acontecerá em junho

Posted by CIRCUS on 22 de março de 2012
Publicado em: Uncategorized. Deixe um comentário

        A CIRCUS anuncia, com grande satisfação, a realização de mais um evento cultural no município de Assis-SP: a MOSTRA O LIXO. Uma mostra de artes que toma o lixo como espaço de intersecção: artes plásticas, fotografia, teatro, circo, cinema e música ocuparão a cidade para nos apresentar uma diversidade de sensações e expressões artísticas retiradas do lixo. A MOSTRA O LIXO acontecerá entre os dias 1º e 30 de junho de 2012 e sua equipe de produção está em fase de organização da rede de parceiros para co-realização, patrocínio e apoio ao evento.

“Projeto realizado com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura – Programa de Ação Cultural -2011”.

Dentre as ações previstas estão:

  • Realização de apresentações e exposições artísticas que tenham o lixo como matéria de suas obras;
  • Promover oficinas artísticas;
  • Realizar Ágoras (espaços de debates) para formação e reflexão sobre a produção de arte e da estética do lixo;
  • Possibilitar troca de experiências entre os artistas;
  • Propiciar aos grupos escolares e demais interessados um repertório diferenciado sobre as impressões, expressões e sensações que compõem a temática do lixo;

Acompanhem as novidades em nosso blog: http://mostraolixo.wordpress.com/

Acessem nosso evento no facebook: http://www.facebook.com/events/379445572080800/

Para saber mais sobre a CIRCUS acessem o site: www.circus.org.br

Equipe de Produção CIRCUS.

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    Projeto realizado com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura, Programa de Ação Cultural 2012

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