Curta | Teatro: Sou mulher e não serei outra coisa, Cia. Bornal de Bugigangas

O curta | teatro é uma crítica à sociedade machista e patriarcal a partir da poética, que mostra, como na vida cotidiana, as práticas do machismo acontecem desde formas sutis a extremas. “Sou Mulher e não serei outra coisa” não é apenas uma história. São muitas histórias trancadas entre quatro paredes. Poderia ser uma reportagem sensacionalista ou apenas um filme ruim que colocamos em nossas cabeças antes de dormir. Mas o que vemos é um grito de socorro transformado em poesia.

A peça trabalha uma crítica à sociedade machista e patriarcal a partir da poética, mostrando, como na vida cotidiana, as práticas do machismo acontecem desde formas sutis a extremas. “Sou Mulher e não serei outra coisa” não é apenas uma história. São muitas histórias trancadas entre quatro paredes. Poderia ser uma reportagem sensacionalista ou apenas um filme ruim que colocamos em nossas cabeças antes de dormir. Mas o que vemos é um grito de socorro transformado em poesia.

A Cia. Bornal de Bugigangas é uma companhia de teatro da cidade de Assis, município localizado no interior do estado de São Paulo, que emergiu, em 2018, de oficinas de teatro. A companhia é composta, atualmente, por quatro integrantes e possui como sede o Galpão Cultural. Desde sua criação, trabalha com a leitura e interpretação de textos teatrais, tendo como objetivo fortalecer as artes cênicas e a luta política e cultural do interior. Até o momento, a Cia apresenta dois espetáculos: “Sou mulher e não serei outra coisa” de Érika Oliveira e “o Acordo”, esquete inspirada no texto de Bertolt Brecht “Baden-baden, sobre o Acordo”. Já esteve presente em diversos espaços de resistência na cidade e para além dela. Com o contexto pandêmico, tem experimentado outras linguagens artísticas, como o cinema, o que resultou também na produção do que chamamos de “Curta-teatro”, um curta-metragem que se hibridiza com a atmosfera teatral

A apresentação na III Mostra o Lixo, contou com a participação de parte da equipe do Curta | Teatro:

Maria Rita (produtora do curta/teatro) – Experimentadora de intervenções artísticas e apresentações musicais, no fortalecimento das expressões culturais no interior profundo, afinada com a música e as artes independentes junto a Vamo Vovó Big Band e Cia Bornal de Bugigancas, ocupa o Ponto de Cultura Galpão Cultural associada a CIRCUS.

Tassiana Carli (atriz do curta/teatro) – Atriz e produtora cultural. Experimenta os caminhos e (des)afetos das artes cênicas percorrendo os palcos e espaços com a Cia. Bornal de Bugigangas. Acredita na arte como via possível de se conectar à vida em sua complexidade e seus movimentos, bem como transformá-los.

Rafael Karnakis (ator do curta/teatro) – Psicólogo que prefere mais o teatro do que a psicologia, mas acredita muito na interlocução prática e teórica de ambas as áreas. Ator e co-fundador da Cia. Bornal de Bugigangas e arte-educador. Articulador da Rede Brasileira de Teatro de Rua. Oficineiro e ocupante do Ponto de Cultura Galpão Cultural. Acredita que o teatro é uma ferramenta de transformação social. Aprendiz, praticante e apaixonado por Teatro do Oprimido e palhaçaria.

Ricardo Bagge (diretor do curta/teatro) – Ator, diretor e instrutor de teatro. Caminha junto com os bandos Cia. Bornal de Bugigangas e Teatro Matulão . O palco que mais gosta é o meio da rua.

Beatriz Xavier (diretora do curta/teatro) – Assisense, arquiteta, vem se adentrando ao mundo do audiovisual na Direção de Arte e cenografia há 4 anos, com trabalhos principalmente ao redor do Oeste Paulista. Durante essa trajetória já realizou diversos trabalhos, entre eles publicitários, festivais culturais, curtas-metragens e vídeo clipes. Seguindo nesse caminho busca o entrelaço do cinema, da arte, da arquitetura e a importância dos espaços, lugares e suas ambientações como protagonista na construção de histórias.

Rafaela Bertolucci Hamada (produtora de objetos do curta/teatro) estuda fotografia na FEMA, trabalha como produtora culinária na Oeste Imagem e Assistente de Arte na Oeste Cinema.

Sobre a nossa mediadora da noite, Lucimeire Alves! Ela é membra do Instituto do Negro Zimbauê, é Graduada em Pedagogia pela UNIVESP e Letras (UNESP, Assis). Professora da Educação Infantil e atriz vinculada ao Teatro Fabrincantes & Matulão, integrando o Conselho Editorial do Jornal Ruarada mantida pelo grupo teatral. Seguimos criando culturas de não violência às mulheres.

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